Vila de São Sebastião do Ribeirão Preto (1874)

A “Planta Esquemática Vila de São Sebastião do Ribeirão Preto (1874)” foi produzida por Joel Aparecido Pereira, a partir das plantas da cidade do final do século XIX, em seu trabalho final de graduação intitulado “(PAP) Programa de Preservação do Acervo Arquitetônico e Paisagístico da Área Central de Ribeirão Preto – Núcleo Histórico” e apresentado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos.

A imagem vem sendo amplamente utilizada nos trabalhos sobre a cidade de Ribeirão Preto, mas muito raramente vem acompanhado da fonte/citação correta indicando Joel Pereira como autor.

Mas tá ai:

PEREIRA, Joel Aparecido. PAP – Programa de Preservação do Acervo Arquitetônico e Paisagístico da Área Central de Ribeirão Preto: Núcleo Histórico. Trabalho de graduação interdisciplinar. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos, 1982.

Vila de São Sebastião do Ribeirão Preto (1874).

 

Anúncios

ribeirão Preto

Poucos metros depois de nascer bem no centro da cidade de Cravinhos, é nessa situação lastimável que o ribeirão Preto vê o céu pela primeira vez.

O ribeirão Preto nasce no centro da cidade de Cravinhos, cerca de 800 metros acima do nível do mar, desce cortando o município de Ribeirão Preto, incluindo o distrito de Bonfim Paulista, passando pela região central da cidade aproximadamente a 540 metros de altitude, e deságua no rio Pardo já na divisa com o município de Jardinópolis a 500 metros de altitude após percorrer quase 40 Km desde a nascente.

Coordenadas geográficas de Ribeirão Preto

No mapa de 1951, a referência do primeiro marco geográfico estabelecido em Ribeirão Preto no final da década de 1930.

Fonte: IGC (Instituto Geográfico e Cartográfico

“No Estado de São Paulo, o levantamento foi supervisionado pelo Conselho Regional de Geografia e executado pelo pessoal técnico do Instituto Geográfico e Geológico (IGG) e se estendeu a 400 pontos do território paulista, compreendendo as coordenadas das sedes municipais e as de alguns pontos de interesse geográfico ou administrativo. As medições foram realizadas entre fevereiro de 1939 e agosto de 1958”.

Como destruir a educação pública?

Em Ribeirão Preto a resposta para a pergunta vem fácil: reelegendo Darcy Vera (PSD) – ou Dark Vera para os munícipes mais íntimos.

A prefeita ganhou a reeleição em 2012, mesmo diante das denúncias de crime eleitoral, endividamento público e dilapidação do patrimônio municipal.

O que ela fez ontem é algo que imaginávamos ver acontecer daqui a uns 30 anos, já quando a educação pública estivesse agonizando diante da morte. Nesse sentido ela pode ser considerada uma administradora a frente de seu tempo.

Embora provavelmente não seja o primeiro da espécie (o ex prefeito Jábali do PSDB parece ter sido o inventor), o Decreto 284 de 14/11/2014 entra para a história da educação como um dos maiores atentados ao ensino público que se tem notícias.

O decreto desaparece com o cargo de coordenador pedagógico nas escolas. Simples assim.

Assim ela “resolve” muitos problemas de uma vez só. Entre eles:

– deixa os diretores (não concursados e nomeados por confiança), que acumularão a função de coordenar pedagogicamente, ainda mais poderosos, aumentando então seu próprio poder dentro das escolas;

– obriga os atuais coordenadores (servidores públicos docentes concursados) a assumirem novamente turmas em sala de aula e, assim, não só ganhar novos professores como evitar novas convocações do concurso público homologado há quase um ano.

Ribeirão Preto vai de mal a pior. É de doer no peito.